quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Meu primeiro blog

Vida

As vezes sinto a sensação de que os anos tem passado rápido demais.

Como sinto saudades das coisas que já passaram e que não voltam mais.
Apesar de ter feito muitas coisas junto com os meus queridos, acho que deveria ter feito mais.
Por isso devemos continuar a viver como se fosse o último dia de nossas vidas.
Dance, sorria, chore e ame, viva muito. A vida vale a pena pelas coisas boas que vivemos e que nos deixaram boas lembranças.

Jeito de Mato

Almir Sater

Composição: Paula Fernandes/ Maurício Santini

De onde é que vem esses olhos tão tristes?
Vem da campina onde o sol se deita
Do regalo de terra que teu dorso ajeita
E dorme serena, no sereno e sonha

De onde é que salta essa voz tão risonha?
Da chuva que teima, mas o céu rejeita
Do mato, do medo, da perda tristonha
Mas, que o sol resgata, arde e deleita

Há uma estrada de pedra que passa na fazenda
É teu destino, é tua senda onde nascem tuas canções
As tempestades do tempo que marcam tua história,
Fogo que queima na memória e acende os corações

Sim, dos teus pés na terra nascem flores
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar...
Ah, ah, ah ...

Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
Sete lagoas, mel e brincadeiras
Espumas, ondas, águas do teu mar...
Ah, ah, Elaia ...

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